A nova ditadura sorri e chama-se Felicidade
Vivemos sob uma nova tirania e, curiosamente, uma que sorri. Já não basta trabalhar, produzir, cumprir prazos ou ser competente. É imperativo ser feliz. Radiante. Grato. De preferência às segundas-feiras de manhã. Esta imposição de “positividade” não é só inócua: distorce prioridades organizacionais, empurra problemas estruturais para debaixo do tapete e, em última análise, sai…
